
Meus queridos e queridas colegas.
Quero neste post me posicionar de forma mais emocional do que intelectual. Quero me expor para todos como um dos mestrandos do PPGEC da UFRPE neste ano de 2010.
Uma das coisas que queria comentar aqui é a satisfação e realização que estou sentindo por estar participando de um grupo tão seleto. Apesar de não ter ainda um nível de excelência na CAPES, certamente é apenas uma questão de tempo. Acredito que a Profª. Helaine, juntamente com a Profª. Edênia e todo o corpo docente deste programa têm se empenhado muito para conquistar esse desejável nível 6 ou 7. E sei que chegaremos lá. É apenas uma questão de tempo e de dedicação.
Mas queria também falar do que me motivou a intitular este post da forma como o fiz. Primeiro foi a vivência de duas aulas na disciplina de Teorias do Conhecimento, uma na semana anterior e outra hoje. As participações foram muito ricas e significativas. Não podemos esquecer a "ineditude" (sei lá se existe este termo) de terem sido, pela primeira vez, como já mencionei em outro local, dois teóricos em um mesmo dia. Depois, o fato de ter repetido um desses teóricos 2 semanas consecutivas. E ainda, a riqueza trazida pela Profª. Ana Maria ao debate com seus questionamentos instigantes. Mas, por que não dizer também, as colocações sempre muito pertinentes e claras da nossa colega Joseane Nascimento no dia de hoje?
Foi uma experiência muito gostosa e muito rica! Todos participaram, todos questionaram, todos descobrimos coisas novas. Isso é maravilhoso! Estamos a toda hora nos apropriando de novos conceitos, de novas idéias, de novos posicionamentos.
E esse blog, acredito, pode contribuir mais ainda para esse estado.
Marcelo hoje, (que não é o Prof. Marcelo Leão) falou uma coisa que me incomodou e me deixou até agora refletindo: Será que eu desviei mesmo o assunto quando coloquei minhas observações a respeito da escola, da postura das pessoas como seres pensantes, sociais, cidadãos? Quando retomei a discussão colocada no blog na semana anterior a respeito da reportagem da Revista Veja? Será que tudo que eu estava falando não estava em perfeita sintonia e harmonia com o que estava sendo colocado naquele momento por Joseane e, a poucos minutos atrás, por Gilson, por Abreu, por Renata? Acredito que não fiz isso e, se o fiz, não foi a minha intenção desviar o assunto. Mas, estou convicto, após minha reflexão, de que não houve esse desvio. Talvez, o que eu não tenha conseguido fazer, foi associar o que estava sendo debatido sobre Capra naquele momento, com o que eu estava abordando.
E creio que vale a pena me estender um pouco mais agora. Estava sendo abordado naquele momento o sentido social que temos nas relações. Era um slide que dizia que "a vida social depende do conjunto para se sustentar." Ora, era exatamente sobre a vida social que eu estava falando!!! Era sobre o relacionamento das pessoas entre si numa discussão a respeito de uma matéria da Revista Veja. E digo mais agora! Este blog depende da participação de todos para se sustentar.
Dizia o slide da apresentação de Joseane Nascimento, que todas as formas de vida, desde as mais simples como as células, até as estruturas mais complexas como os seres humanos, se estruturam seguindo padrões comuns. O de estarmos interligados uns aos outros através de uma rede de relação interdependente. E eu estava trazendo à discussão exatamente algo sobre essa relação interdependente que nos une.
Mas, quero explorar também a alternativa que desenhei no título de mais de uma experiência impar. Até porque, este blog está ficando como uma exclusividade das aulas da Profª. Zélia quando, na verdade, sua finalidade é para compartilharmos nossas experiências em todas as disciplinas do programa, inclusive as vivenciadas também com os alunos especiais e, desejando também a participação deles aqui.
A abordagem que quero fazer é pela minha participação (e a de mais alguns alunos que não eram de Biologia) na aula da Profª. Ana Maria nesta quarta, dia 26.
A experiência de ter aceitado o convite para visitar a aula de Tópicos de Biologia ontem, foi muito proveitosa. Trouxe para mim a certeza de que é imprescindível o compartilhar, o socializar, o envolvimento emocional mas, principalmente, o amor pelo que se faz. E creio que a Profª. Ana Maria, é uma dessas raras pessoas que marcam os que convivem ao seu redor, pela intensidade com que demonstra que ama aquilo que faz. Até hoje, nos meus quase 60 anos de experiência, só houve uma outra ocasião em que senti algo semelhante. Não vou falar aqui sobre isso pois desviaria do foco. O que quero dizer é que agradeço muito pela oportunidade de estar dividindo alguns momentos com uma pessoa tão especial. Foi muito gratificante perceber as conexões entre a dissertação analisada (Fernanda Brayner) e o projeto que preciso (como todos os demais mestrandos) desenvolver para qualificar no final do ano, início do próximo e defendê-la no ano seguinte.
Era o que tinha pra compartilhar. Grato a todas e a todos que, de algum modo, estão contribuindo para o meu aperfeiçoamento pessoal, intelectual e acadêmico.
Um fraternal abraço.
Alberto Valença.
Quero neste post me posicionar de forma mais emocional do que intelectual. Quero me expor para todos como um dos mestrandos do PPGEC da UFRPE neste ano de 2010.
Uma das coisas que queria comentar aqui é a satisfação e realização que estou sentindo por estar participando de um grupo tão seleto. Apesar de não ter ainda um nível de excelência na CAPES, certamente é apenas uma questão de tempo. Acredito que a Profª. Helaine, juntamente com a Profª. Edênia e todo o corpo docente deste programa têm se empenhado muito para conquistar esse desejável nível 6 ou 7. E sei que chegaremos lá. É apenas uma questão de tempo e de dedicação.
Mas queria também falar do que me motivou a intitular este post da forma como o fiz. Primeiro foi a vivência de duas aulas na disciplina de Teorias do Conhecimento, uma na semana anterior e outra hoje. As participações foram muito ricas e significativas. Não podemos esquecer a "ineditude" (sei lá se existe este termo) de terem sido, pela primeira vez, como já mencionei em outro local, dois teóricos em um mesmo dia. Depois, o fato de ter repetido um desses teóricos 2 semanas consecutivas. E ainda, a riqueza trazida pela Profª. Ana Maria ao debate com seus questionamentos instigantes. Mas, por que não dizer também, as colocações sempre muito pertinentes e claras da nossa colega Joseane Nascimento no dia de hoje?
Foi uma experiência muito gostosa e muito rica! Todos participaram, todos questionaram, todos descobrimos coisas novas. Isso é maravilhoso! Estamos a toda hora nos apropriando de novos conceitos, de novas idéias, de novos posicionamentos.
E esse blog, acredito, pode contribuir mais ainda para esse estado.
Marcelo hoje, (que não é o Prof. Marcelo Leão) falou uma coisa que me incomodou e me deixou até agora refletindo: Será que eu desviei mesmo o assunto quando coloquei minhas observações a respeito da escola, da postura das pessoas como seres pensantes, sociais, cidadãos? Quando retomei a discussão colocada no blog na semana anterior a respeito da reportagem da Revista Veja? Será que tudo que eu estava falando não estava em perfeita sintonia e harmonia com o que estava sendo colocado naquele momento por Joseane e, a poucos minutos atrás, por Gilson, por Abreu, por Renata? Acredito que não fiz isso e, se o fiz, não foi a minha intenção desviar o assunto. Mas, estou convicto, após minha reflexão, de que não houve esse desvio. Talvez, o que eu não tenha conseguido fazer, foi associar o que estava sendo debatido sobre Capra naquele momento, com o que eu estava abordando.
E creio que vale a pena me estender um pouco mais agora. Estava sendo abordado naquele momento o sentido social que temos nas relações. Era um slide que dizia que "a vida social depende do conjunto para se sustentar." Ora, era exatamente sobre a vida social que eu estava falando!!! Era sobre o relacionamento das pessoas entre si numa discussão a respeito de uma matéria da Revista Veja. E digo mais agora! Este blog depende da participação de todos para se sustentar.
Dizia o slide da apresentação de Joseane Nascimento, que todas as formas de vida, desde as mais simples como as células, até as estruturas mais complexas como os seres humanos, se estruturam seguindo padrões comuns. O de estarmos interligados uns aos outros através de uma rede de relação interdependente. E eu estava trazendo à discussão exatamente algo sobre essa relação interdependente que nos une.
Mas, quero explorar também a alternativa que desenhei no título de mais de uma experiência impar. Até porque, este blog está ficando como uma exclusividade das aulas da Profª. Zélia quando, na verdade, sua finalidade é para compartilharmos nossas experiências em todas as disciplinas do programa, inclusive as vivenciadas também com os alunos especiais e, desejando também a participação deles aqui.
A abordagem que quero fazer é pela minha participação (e a de mais alguns alunos que não eram de Biologia) na aula da Profª. Ana Maria nesta quarta, dia 26.
A experiência de ter aceitado o convite para visitar a aula de Tópicos de Biologia ontem, foi muito proveitosa. Trouxe para mim a certeza de que é imprescindível o compartilhar, o socializar, o envolvimento emocional mas, principalmente, o amor pelo que se faz. E creio que a Profª. Ana Maria, é uma dessas raras pessoas que marcam os que convivem ao seu redor, pela intensidade com que demonstra que ama aquilo que faz. Até hoje, nos meus quase 60 anos de experiência, só houve uma outra ocasião em que senti algo semelhante. Não vou falar aqui sobre isso pois desviaria do foco. O que quero dizer é que agradeço muito pela oportunidade de estar dividindo alguns momentos com uma pessoa tão especial. Foi muito gratificante perceber as conexões entre a dissertação analisada (Fernanda Brayner) e o projeto que preciso (como todos os demais mestrandos) desenvolver para qualificar no final do ano, início do próximo e defendê-la no ano seguinte.
Era o que tinha pra compartilhar. Grato a todas e a todos que, de algum modo, estão contribuindo para o meu aperfeiçoamento pessoal, intelectual e acadêmico.
Um fraternal abraço.
Alberto Valença.
1 comentários:
Realmente, tem sido muito enriquecedor todas as nossas experiências, em todas as disciplinas. A cada semana temos discussões maravilhosas onde colocam-se pontos não só dentro do conteúdo referente à disciplina, mas sempre há uma preocupação com outros fatores gerando uma reflexão maior.
Não sei se todos repararam, mas,geralmente, quando vimos ou discutimos algum ponto em determinada aula este acaba surgindo em outra ou outras, não há como não se sentir a vontade!
Se eu já estava feliz ao ingressar no programa, agora estou mil vezes mais com toda esta nossa sintonia e progressos.
Que continuemos assim!
Abs
Iris
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