
Bem, vou começar pelo começo. Tivemos, Abreu e eu, apenas 3 semanas pra preparar tudo. Fomos pegos de surpresa, para sermos o primeiro grupo a se apresentar. E fomos avisados de que isto ia acontecer com uma antecedência mínima. Tivemos que correr.
Com todas as tarefas que tínhamos pra fazer das outras disciplinas, fomos obrigados a preparar em tempo récorde um seminário, uma técnica de aplicação do método do autor que estávamos para apresentar, e ainda uma vivência.
Eu já tinha participado de alguns cursos em instrução programada e tinha um livro pra usar na nossa vivência. Só que ao procurar esse livro - FAI - Física Auto-instrutivo, não encontrei. Procurei em bibliotecas, livrarias, nada! Encontrei em um sebo pela internet. Só que esse sebo ficava em Florianópolis, SC. Mandei buscar mas não deu tempo pra o livro chegar. Tivemos que improvisar.
Bem, chegamos cedo na UFRPE no dia da apresentação, arrumamos todas as bancas em círculo, e colamos o nome de cada participante nas bancas. À medida que cada um foi chegando, sem que disséssemos nada, foram sentando nos lugares marcados com os seus nomes. Quando a maioria da turma tinha chegado, perguntamos: alguém está sentado numa cadeira que não esteja com seu próprio nome colado nela? Ninguém se manifestou. E só estavam faltando chegar uns 3 ou 4 colegas.
Bem, com isto, queríamos mostrar um condicionamento que todos temos, condicionamento este baseado na teoria de Estímulo - Resposta de Skinner.
Apresentamos os slides sobre o autor e em seguida fizemos uma vivência. Dividimos a turma em grupos e pedimos para 3 grupos lerem um texto preparado por nós em instrução programada e outros 3 grupos lerem o mesmo texto em linguagem normal. Depois, distribuimos perguntas com cada grupo sobre o texto lido. Queríamos com isso, mostrar que o texto lido em instrução programada seria mais fácil de assimilar do que o outro.
Avaliamos nossa apresentação como muito boa e todos concordaram.
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